-->Objetivo da funo: estimar a estrutura estvel de uma comunidade, ou seja, verificar quais sero as abundncias relativas de cada espcie na estabilidade (ou clmax).

-->Descrio: a partir de uma tabela que contenha:
1. as espcies de interesse (focais) existentes em uma rea;
2. o levantamento das espcies que ocorrem "prximas" s focais, a funo ir calcular a probabilidade de um indivduo de uma das espcies focais ser substitudo por um indivduo da mesma espcie ou por um indivduo de outra espcie (espcies  "prximas") e retornar uma nova matriz com a estrutura estvel esperada para a comunidade em longo prazo, caso as condies ambientais e as relaes entre espcies no se alterem.

Obs: a lista de espcies "prximas" depender das caractersticas do organismo e ambiente estudados, ficando a critrio da pesquisadora ou pesquisador a metodologia para defini-las. De forma geral, as espcies "prximas" devero ser espcies com potencial capacidade de substituir a focal caso essa "libere" o local onde vive.

-->Insero dos dados: A funo trabalhar com dados organizados em uma matriz, a qual dever conter a listagem das espcies focais na primeira coluna, o nome das espcies suprimidas na primeira linha e, nas demais linhas, a abundncia relativa de cada espcie prxima". Tambm ser necessria a criao de um vetor coluna contendo o nmero absoluto de indivduos de cada espcie na comunidade (composio atual da comunidade).
Na verdade eu gostaria de implementar uma funo que monte a matriz de transio "A" com base nos dados brutos digitados no Excel.

Obs: todas as espcies "prximas" devero tambm ser "focais". Espcies com menor representao na comunidade podem ser consideradas como "outras"

-->Clculo: Admitiremos que as abundncias relativas sero as probabilidades dos indivduos prximos substituirem o indivduo focal corresponte (Enright & Ogden, 1979), ou seja, quanto maior a abundncia relativa de uma espcie prxima de uma espcie focal, maior ser a chance dessa "prxima" substituir essa "focal".
A matriz de transio ser multiplicada pelo vetor de composio atual da comunidade, e seu resultado multiplicado novamente quantas vezes for necessria (ciclos de multiplicao de matrizes) at atingir uma matriz com a estrutura estvel.

Referncia:

Enright, N. & Ogden, J. (1979).  Applications of transition matrix models in forests dynamics: Araucaria in Papua New Guinea and Nothofagus in New Zealand. Australian Journal of Ecology 4,3-23.
